Mostrando postagens com marcador Inês. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inês. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de março de 2009

Wes Anderson - Biografia

0 comentários

A vida cinematográfica de Wes Anderson
O diretor homenageado da semana é o inovador Wes Anderson. Wesley Wales Anderson nasceu dia 01 de maio de 1969, em Houston, no Texas – Estados Unidos. Estudou na St. John´s School, uma escola privada de Houston, onde filmou anos mais tarde seu segundo longa Três é demais. Estudou Filosofia na Universidade do Texas, onde conheceu seu principal colaborador, o ator Owen Wilson.
A parceria cinematográfica de Wes e Owen começou em 1994, quando produziram o curta-metragem Pura Adrenalina. Encorajados pelo produtor James Brooks e com sua ajuda, a dupla realizou um longa com o mesmo título do curta. O filme deu tão certo, que Wes ganhou o MTV Movie Awards de melhor diretor estreante. A partir daí, a carreira dos dois começou a decolar.
A próxima empreitada de Wes foi em 1998, quando dirigiu, escreveu e produziu a comédia Três é demais, filme que o vez conquistar o Independent Spirit Awards de melhor diretor.
Em 2001, Owen volta a trabalhar com Wes na bem sucedida produção Os Excêntricos Tenenbaums como roteirista e ator. A parceria mais uma vez deu tão certo que a dupla foi indicada ao Oscar de melhor roteiro original, mas perderam para Assassinato em Gosford Park.
O último grande sucesso de Wes foi A Vida Submarina de Steve Zissou, na qual escreveu, dirigiu e produziu, além de contar com Owen Wilson no elenco.
Os filmes de Wes são carregados de dilemas pessoais, com uma boa dose de humor negro. Nessa semana, o Carcará exibe na quarta (18) A Vida Submarina de Steve Zissou. Na quinta (19) é a vez do curta-metragem Hotel Chevalier que introduz o longa Viagem a Darjeeling, exibidos na sequência. Na sexta (20) é o dia de apreciarmos Os Excêntricos Tenenbaums. Já no sábado (21), fechando a mostra, exibiremos Rushmore (Três é demais).

sábado, 25 de outubro de 2008

Ainda sobre a semana 20-25 de Outubro/2008

1 comentários
por Inês Amorim
Olá Carcarentos!
Acho que todos que freqüentam e gostam do Carcará estão precisando de explicações sobre os filmes dessa semana. Então, vou narrar os fatos:
Semana passada, a Profa. Scheila, chefe da Divisão de Assuntos Culturais da UFV, nos comunicou que nosso projetor seria retirado para ser utilizado nas apresentações dos Simpósios de Extensão Universitária, Iniciação Científica e outros.
Eles estavam precisando de um projetor e justificaram alegando que a lâmpada do projetor deles tinha sido queimada por NÓS e assim teríamos que ceder o nosso. Argumentamos se haveria outra maneira, pois tínhamos filmes agendados e um público que tinha se organizado para ir assistir. Nenhuma resposta foi dada.
Depois de muito dialogar, o funcionário da Divisão de Assuntos Culturais, Geraldo Leandro, um parceiro de todas as horas e verdadeiro amigo da equipe do Carcará, conseguiu que transferíssemos nossa programação para o Auditório da Engenharia Florestal. E assim foi feito. Mesmo em situação precária passamos nossos filmes (menos o de sexta-feira, por problemas de comunicação da nossa equipe).
Estávamos pensando, que da mesma maneira que tiraram nosso projetor do lugar iriam colocar. Doce ilusão... Sexta-feira, às 16h, recebemos uma ligação da DAC que deveríamos ir buscar nosso projetor no PVB.
A equipe do Carcará é formada por estudantes, que assim como todos os outros estudantes, têm compromissos. Não conseguimos contactar ninguém para ir buscar, ou seja, só teremos o nosso projetor de volta Segunda-feira e sábado não poderemos passar nosso filme. Hoje.
Questionamentos:
Só a equipe do Carcará considera o tratamento que os órgãos superiores dão ao nosso Cineclube desrespeitoso?
Nossa mãe não nos ensina que quando a gente pega emprestada uma coisa tem que devolver no lugar ou a pessoa que nos emprestou?
Em relação ao projetor da Pró-Reitoria: usamos sim e agradecemos.
A lâmpada do nosso projetor antigo queimou durante a Semana do Fazendeiro, e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, órgão no qual o Carcará está veiculado, emprestou o projetor.
Usamos por cerca de 500h, e uma lâmpada tem capacidade de 3000h. O projetor tinha cinco anos e a lâmpada dele ainda era a original. Fomos nós que queimamos tal lâmpada?
Gostaríamos que nossos companheiros de ideal nos ajudassem nessa reflexão.
Saudações carcarentas!

sábado, 20 de setembro de 2008

Rapsódias de Akira Kurosawa

0 comentários
por Inês Amorim
O grande responsável por apresentar ao Ocidente que o Japão não só faz cinema, mas faz cinema de qualidade, foi o diretor nipônico Akira Kurosawa. Seus filmes mostraram para o lado oeste de Greenwich a grandeza da cultura japonesa e influenciaram grande geração de cineastas do mundo todo.
Akira nasceu em Tóquio, dia 23 de março de 1910. Foi o caçula dentre oito irmãos e sofreu grande influência da cultura ocidental, que era muito valorizada pelo seu pai. Apaixonado pelas artes, inicialmente tentou ser pintor e após terminar o curso no Ginásio Keika, ingressou no Centro de Pesquisas de Arte Proletária, aos 18 anos. Por falta de dinheiro, sua carreira de pintor não foi muito longe, mas sua habilidade o acompanhou por toda sua carreira no cinema, sobretudo em seus storyboards, telas pintadas por ele. Além da pintura, também era apaixonado por literatura, a fonte de inspiração de boa parte de seus filmes.
Sua entrada no cinema foi, em grade parte, influência de seu irmão Heigo Kurosawa, que era Benshi, uma espécie de narrador de filmes mudos. Com o advento dos filmes falados, Heigo perdeu seu emprego e se suicidou após uma grave crise depressiva. Esse fato abalou Akira, que demorou a aceitar a tragédia. Mais tarde, quando gradativamente conseguiu se recuperar, entrou de vez no mundo do cinema, tendo seu pontapé inicial em 1936, ao passar num teste para assistente de direção que leu num anúncio de jornal. Ao longo de sua carreira dirigiu 32 filmes.
Seu primeiro filme como diretor foi Sugata Sanshiro, de 1943. Foi o pioneiro no gênero samurai no cinema, realizando filmes de enorme destaque no gênero como Os Sete Samurais (1954) e Yojimbo (1961). Também fez releitura de livros para as telas como o premiado Ran (1985) baseado no Rei Lear de William Shakespeare. Outro escritor bastante presente na obra de Akira é Fiódor Dostoiévski .
Vencedor de muitos dos principais prêmios do cinema internacional como o Oscar , BAFTA e Palma de Ouro. Muitos de seus filmes foram refilmados na Europa e nos EUA. Seu último filme, Depois da Chuva (Ame Agaru), foi finalizado após sua morte em 1998, por Takashi Koizumi , um dos seus principais discípulos.
Sensibilidade e uma análise criativa do ser humano podem ser vistos na obra de Akira Korosawa e o Cineclube Carcará teve a honra de homenagear esse grande nome da arte cinematográfico no mês de setembro, juntamente com as comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil.

sábado, 9 de agosto de 2008

Muito além de Hal Ashby [Fã Cine - Agosto]

0 comentários
por Inês Amorim

William Hal Ashby, o mais novo de quatro irmãos de uma família mórmon, de Ogden, Utah, EUA, nasceu dia 02 de setembro de 1929. Desde cedo, vivenciou diversas situações familiares complicadas, como o divórcio de seus pais, o suicídio do seu pai, sua saída da escola, seu casamento e divórcio. Tudo isso antes dos 19 anos.

Resolveu ir para a Califórnia. Lá, começou a trabalhar na gráfica dos Estúdios da Universal. Após alguns anos, começou a trabalhar como assistente de edição em diversos estúdios, como o MGM, onde conheceu um jovem mensageiro chamado Jack Nicholson. Logo assumiu a carreira de montador, sendo seu primeiro trabalho The Loved One, atuando principalmente nos filmes de Normam Jewison. Ganhou diversos prêmios com a montagem do filme No calor da Noite, incluindo o Oscar.
Quando resolveu seguir a carreira de diretor, o amigo Jewison lhe deu um roteiro daquele que seria seu primeiro filme: The Landlord, de 1970. A partir daí, seguiu uma carreira de sucesso, com emblemáticos filmes da década de 1970, como Ensina-me a viver, Muito Além do Jardim e Shampoo. Seus filmes são carregados por dilemas humanos, o que permitiu excelentes atuações de muitos grandes atores, como Peter Sellers, Jane Fonda e Jack Nicholson.
Indicações aos maiores prêmios do cinema sempre foram comuns na carreira de Ashby. Sendo que seu único Oscar foi pelo drama Amargo Regresso, de 1978.
Ashby sempre teve muita dificuldade de lidar com o sucesso devido a sua peculiar personalidade. Como escape, recorreu a drogas e a uma vida solitária. Em 1983 teve um colapso enquanto realizava um filme sobre um show dos Rolling Stones, Let´s Spend the Night Together, no Arizona.
Embora tenha se restabelecido, nunca mais foi o mesmo: demorava muito com as produções de seus filmes, sendo que muitas vezes, outros profissionais tiveram que concluir seu trabalho. Aos poucos, os trabalhos foram sendo cada vez mais escassos e a depressão passou a tomar conta dele. No final dos anos 80 descobriu que tinha câncer no fígado e em 28 de dezembro de 1987, faleceu em Malibu, EUA.
O ator Sean Penn dedicou seu primeiro filme como diretor, Unidos pelo Sangue, para Hal Ashby e John Cassavetes, apesar de nunca ter trabalhado com nenhum dos dois.
Por não ter um estilo visual fixo, muitos críticos alegam que ele não possuía estilo, recharçando-o ao segundo plano, uma verdadeira injustiça, pois seus filmes são belíssimos e instigam a reflexão sobre a vida e as relações humanas. Pena que críticos não entendem filmes sensíveis...
O Cineclube Carcará tem a honra de trazer as principais obras desse esquecido diretor, mas que tanto contribuiu para o bom cinema hollywoodiano. Nos sábados de agosto, Fã Cine é
Hal Ashby.

domingo, 1 de junho de 2008

Bang Bang na tela do Carcará

1 comentários
por Inês Amorim

O Cine Volta ao Mundo de junho apresenta um dos gêneros mais populares de cinema: o Faroeste, ou Western. Este gênero tem como cenário o oeste dos Estados Unidos, e geralmente narram histórias sobre o estabelecimento de grandes propriedades, das lutas contra os índios e a sua segregação, das corridas ao ouro e guerras, como a Guerra Civil.
A personagem típica dos filmes de Faroeste é o cawboy solitário. Criadores de gado, pistoleiros, aventureiros, jogadores, xerifes, garimpeiros ou, simplesmente, vadios, que vagueia de cidade para cidade, possuindo apenas a roupa que traz no corpo, um revólver e um cavalo.
As cidades são compostas, geralmente, de apenas uma avenida principal onde se destacam o saloon (local de jogos, bebidas, eventualmente, prostituição), e a cadeia, onde reside o xerife. Os únicos sinais da chegada de tecnologia nas cidades são o telégrafo, constantemente destruídos por grupos de bandidos ou pelos índios, a locomotiva, e a imprensa.
Nos filmes costuma haver muita violência: duelos, brigas, muito tiro. As pessoas vivem em perigo e a violência surge como a única forma de garantia de segurança A idéia de viagem é uma constante: os vaqueiros atravessam longas extensões de território com o gado; as diligências cortam as estradas ermas, parando em algumas parcas estalagens; as caravanas percorrem as planícies inóspitas e, às vezes, há um forte a marcar a presença militar dos colonizadores.
Há sempre a luta do bem contra o mal, o mocinho sempre vence o bandido e termina nos braços da mais bela dama do local.

Venha se aventurar nesse gênero que há tantos anos conquista legiões de fãs em todo o mundo!

Cine Volta ao Mundo Faroeste – sempre 14h e às 18h30

04/06 | Onde os fracos não têm vez, por Ethan e Joel Coen, EUA, 2007.
11/06 | Os brutos também amam, por George Stevens, EUA, 1953.
18/06 | O bom, o mau e o feio, por Sergio Leone, EUA, 1966.
25/06 | Os Imperdoáveis, por Clint Eastwood, EUA, 1992.

domingo, 25 de maio de 2008

Quando Emir Kusturica saiu de Sarajevo e conquistou o mundo!

2 comentários

por Inês Amorim

Emir Kusturica, um dos cineastas mais criativos do cinema da atualidade, nasceu em Sarajevo dia 24 de novembro de 1954. Sua carreira no cinema começou quando ainda estava no colégio, dirigindo filmes independentes, muitos deles, vencedores de festivais nacionais de cinema amador. Aos 19 anos foi estudar na prestigiada academia cinematográfica de Praga, a Famu, onde desde cedo se destacou. Seu projeto final de graduação, um curta-metragem em preto-e-branco Guernica (1978) conquistou o primeiro prêmio do Festival Internacional de Cinema Estudantil de Karlovy-Vary.

Após se formar, voltou para a Iugoslávia e foi trabalhar para a televisão, dirigindo filmes, dentre eles Bar Titanic, de 1980, que lhe rendeu o primeiro prêmio no Festival de Telefilme de Portoroz (Eslovênia). Seu primeiro filme para cinema, Você se lembra de Dolly Bell, de 1981, foi um sucesso internacional de público e crítica, valendo-lhe o Leão de Ouro de diretor estreante.

A partir daí, seu sucesso foi crescendo e seus filmes ganhando prêmios internacionais, como a Palma de Ouro para Quando papai saiu em viagem de negócios e Undergroud – Mentiras de Guerra e o Urso de Prata para Sonho Americano. Foi escolhido para presidir o júri do Festival de Cannes de 2004.

Seu currículo conta com mais de 12 filmes, sendo que seu último, Maradona by Kusturica, um documentário sobre a vida do jogador de futebol argentino Diego Maradona, estreou no último Festival de Cannes e foi muito bem recebido, tanto pela crítica, como pelo público.

No mês de junho o Projeto Fã Cine apresenta esse grande cineasta tão pouco conhecido pelos brasileiros. Venha rir e se emocionar com os filmes de Emir Kusturica!

Projeto "Fã Cine" - Emir Kusturica | Sempre às 14h

07/06 | Quando papai saiu em viagem de negócios, 1985.
14/06 | Vida Cigana, 1988.
21/06 | Um sonho americano, 1993.
28/06 | A vida é um milagre, 2004

terça-feira, 13 de maio de 2008

"Bollywood" [Cine Volta ao Mundo - Maio]

0 comentários
por Inês Amorim

O Cine Volta ao Mundo deste mês aterrissa na Índia, mais precisamente em Mumbay, antiga Bombay e mostra um pouco da maior indústria cinematográfica do mundo: Bollywood.

Os filmes bollywoodianos não são todos aqueles produzidos na Índia, como muitos pensam, mas apenas os falados em idioma hindi. São considerados da corrente mais liberal do cinema indiano, e por isso, recebem críticas severas, pois muitos dizem que há uma violação da cultura deste país.

Os filmes são caracterizados por apresentarem muita música e danças. As canções são executadas em playback, não sendo sempre o ator ou a atriz principal que canta, e são elas que garantem o sucesso comercial do filme.

Venha se surpeender com uma das correntes mais comentadas e inovadoras do cinema mundial!

CINE "VOLTA AO MUNDO" | MAIO | BOLLYWOOD

07/05 | Vida no... metrô (2007)
21/05 | Water (2005)
28/05 | Pinta-me da Cor do Açafrão (2006)

SEMPRE ÀS 14 E ÀS 18:30

terça-feira, 29 de abril de 2008

"Luzes do Cinema" por Inês Amorim

0 comentários
Charles Spencer Chaplin nasceu em um subúrbio de Londres, em 16 de abril de 1889, filho da atriz de comédia Lily Harley e de um artista do music-hall, que abandonou a família quando Charles ainda era pequeno. A mãe do futuro cineasta teve sua carreira precocemente interrompida devido uma grave faringite. O pequeno Charles precisou estrear no mundo artístico com apenas cinco anos, em um teatro muito freqüentado por soldados. Embora não fosse um local muito adequado para uma criança, foi lá que Charles Chaplin teve oportunidade de começar a desenvolver seu lado artístico.

Apesar da infância muito pobre e muita sofrida, tão bem retratadas mais tarde em seus filmes, Chaplin mostrou seu incontestável talento, e aos 8 anos foi contratado por um grupo de bailarinos, o Eight Lancashire Lads Nessa mesma época, dois fatos marcantes ocorreram em sua vida: a morte de seu pai e a internação de sua mãe em um sanatório.

Deixou o grupo de bailarinos e assinou seu primeiro contrato como ator, interpretando um mensageiro numa versão para o teatro de uma obra sobre Sherlock Holmes. A partir daí sua vida começou a melhorar. Após o teatro, conseguiu um emprego no Circo Casey, onde desenvolveu suas habilidades cômicas e conseguia arrancar gargalhadas do público.

Do circo foi para a companhia do acrobata Fred Karno, onde trabalhou como palhaço e rapidamente superou todos os artista e se tornou a estrela do show Fan Facture. Foi fazendo parte dessa companhia que foi pela primeira vez para os EUA, onde sua carreira mudaria completamente. Chegando lá, começou a trabalhar com Arthur Stanley Jefferson, que mais se tornou conhecido e amado como Stan Laurel, o Magro da conhecida dupla O Gordo e o Magro. A atuação de Chaplin foi admirada pelo produtor de filmes Mack Sennet, que o contratou para seu estúdio, o Keystone Film Company. Embora inicialmente Chaplin tivesse dificuldade para se ajustar ao estilo de ação da Keystone, logo se adaptou e viu no cinema a melhor forma de expressar sua arte.

Em 1919 fundou seu próprio estúdio, o estúdio United Artists com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W.Griffith. Apesar da sonoridade no cinema ter começado a se desenvolver a partir de 1927, o primeiro filme de Chaplin a utilizar som foi Tempos Modernos, em 1930, no qual a personagem do próprio Charles canta.

Por seu posicionamento político de esquerda, sobretudo observado no grande sucesso Tempos Modernos, Charles Chaplin foi expulso dos EUA na época conhecida como Macarthismo e escolheu a Suíça como seu novo lar.

Seu principal personagem, Carlitos, marcou e conquistou gerações com seu jeito simples, doce e desengonçado. O adeus do personagem se deu no drama Luzes da Ribalta de 1952.

Além de diretor, Charles Chaplin foi ator, roteirista e compunha as trilhas sonoras de seus filmes, realizou 71 curtas metragens e 13 longas metragens. Foi casado quatro vezes, teve 11 filhos, foi condecorado com o título de Sir pela coroa britânica e ganhou dois Oscars: um pela música original de Luzes da Ribalta e outro pelo conjunto de sua obra. Este último, quando recebido, foi aplaudido por mais de 5 minutos por uma platéia inteira de pé.

O mundo se despediu do maior nome do cinema mundial dia 25 de dezembro de 1977, na cidade de Corsier-sur-Vevey, na Suíça, aos 88 anos, vítima de um derrame cerebral.

Venha conhecer um pouco mais desse ícone do cinema mundial no mês de maio, no Cine Clube Carcará com o Projeto Fã Cine.

Projeto "Fã Cine" - Charles Chaplin

03/05
– às 14h | Luzes da Cidade (1931)
17/05 – às 17h | Luzes da Ribalta (1952)
24/05 – às 14h | Monsieur Verdoux (1947)
31/05 – às 14h | Um Rei em Nova York (1957)


"Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair imaginação".
Charles Chaplin